Adeus ao hooligan da moda

Foi anunciada nesta semana a morte de Alexander McQueen. Imagino que alguns rapazes não saibam bem quem ele era, mas tenho certeza que as meninas, no mínimo, já ouviram falar.

Lee Alexander McQueen foi um estilista premiadíssimo. Desenhava figurinos dramáticos, chocantes, lindos de arrepiar. Trabalhou como diretor criativo da Givenchy antes de fundar suas próprias marcas, a Alexander McQueen e a McQ. Vestiu a família real inglesa. Vestiu Rihanna, Lady Gaga, Kate Moss, Björk… E qual é o fio que une toda essa gente? O inusitado, o criativo, o fantástico. O tapa na cara.

Os desfiles de McQueen eram sempre de tirar o fôlego. Não há SPFW que chegue aos pés de um preview dele. Já transformou a passarela em tabuleiro de xadrez. Abusou da tecnologia em desfiles com uma modelo e dois robôs. Assinou a arte do álbum Homogenic, da Björk. Era o casamento perfeito entre design gráfico, cenografia, moda, música, tecnologia e drama. Nada mau pra quem começou a carreira desenhando vestidos para as irmãs.

Se você trabalha com criatividade, vale a pena conhecê-lo melhor. É um profissional completíssimo. Uma aula de como trabalhar dando asas à imaginação sem comprometer qualidade e funcionalidade. Criatividade e qualidade. Duas qualidades que, juntas, são sucesso garantido.

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